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Onde a corregedoria não resolve, há o judiciário

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Está distribuída para uma das Varas da Fazenda Pública da Comarca de BH desde o último 03 de dezembro, uma ação patrocinada pela Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais, de reparação de danos morais, que poderia ter sido evitada se tivesse havido, como dito na peça inicial, uma dedicada e enérgica ação em atenção de problemas vivenciados por suas servidoras, prestada, primeiramente, pelas chefias das delegacias de polícia onde as vítimas de importunação sexual estiveram lotadas e, depois, da própria Corregedoria Geral de Polícia Civil, onde as providências se arrastaram por um tempo infinito; o tempo excessivo em apuração (ou nenhuma apuração) dos fatos denunciados sempre representa uma punição continuada também para as servidoras importunadas.

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