Em Sete Lagoas, os munícipes reclamam da indiferença do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), que desde 25/01/2019 não julga os embargos declaratórios no Processo 97229/2016, que tem como réus o prefeito Leone Maciel Fonseca e seu vice, Duílio de Castro, condenados em segunda instância em 19/12/18.

Leone Maciel tem aproveitado da situação para promover ações que comprometem ainda mais a caótica situação financeira da cidade. Mesmo em situação de calamidade financeira, o prefeito cassado vem nomeando parentes e apoiadores (com salários altíssimos) para cargos comissionados, desde o início de 2019.

A cidade encontra-se em abandono, com vias públicas intransitáveis, postos de saúde e hospital sem infraestrutura e com atendimentos paralisados devido a falta de pagamento dos enfermeiros.

Os funcionários do município estão sem receber desde novembro de 2018. E para tornar a situação ainda mais caótica, o prefeito cassado tenta aprovar na Câmara Municipal o Projeto de Lei que lhe permite doar ou realizar pagamento com terrenos do patrimônio público, praticando preços abaixo do mercado imobiliário.

É comentado publicamente nos bastidores que, a tática usada é atrasar inclusão do processo na pauta de julgamento do TRE-MG, para que o vereador Cláudio Caramelo , presidente da Câmara e aliado do prefeito cassado, assuma o cargo até o final do mandato, em 2020.

 

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