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Orçamento público não aceita mágica I

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As equipes dedicadas ao orçamento público de Minas Gerais, que ainda está na Assembleia Legislativa e de lá talvez não saia tão cedo, esperava que os valores a serem apresentados pelo Poder Judiciário trouxessem números mais confortáveis e ajustados ao quadro de dificuldades de uma Minas Gerais que sonega recomposições salariais, que não paga as suas dívidas com a União, que tem uma das mais precárias malhas rodoviárias do país, além do quadro lastimável dos serviços de saúde, educação e segurança pública que apenas o Governador Romeu Zema e sua claque, aplaudem.

Os índices que medem qualquer política pública ou traduzem ações governamentais em Minas Gerais, são, 90% deles, vergonhosos.

Como mandam as regras mais comezinhas e banais de construção de orçamentos públicos, as revisões das verbas que são entregues aos poderes do Estado, deveriam ser reajustadas para o próximo exercício fiscal em 4%, que é o índice inflacionário medido de janeiro a dezembro.

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